quarta-feira, 31 de julho de 2013

Jornais de Escolas auxiliam na prevenção de conflitos e violência


Jornais promovem o diálogo entre os diversos segmentos da comunidade escolar


Os estudantes das escolas municipais Edgar da Matta Machado, que fica na região Nordeste, e Hilda Rabello da Matta, que fica na região Norte, desenvolveram, com a ajuda dos professores Geraldo Magela Magnani e Danielle Carvalho, respectivamente, jornais que trabalham o cotidiano da escola e da comunidade escolar.
O “Jornal da Matta” e o “A voz do Hirama” são resultado da participação dos alunos no Projeto Integrado de Prevenção e Atendimento a Situações de Conflito e Violência na Rede Municipal de Belo Horizonte e foram criados com o objetivo de promover o diálogo entre os diversos segmentos da comunidade escolar.

Projeto


Desde abril de 2012 a Secretaria Municipal de Educação (Smed) desenvolve, em parceria com o Observatório de Favelas do Rio de Janeiro e com a coordenação geral da Gerência de Ouvidoria da Educação, o Projeto Integrado de Prevenção e Atendimento a Situações de Conflito e Violência na Rede Municipal de Belo Horizonte, também intitulado Diálogo Orientado para Mediação (DOM).
A iniciativa é uma resposta às questões relacionadas à necessidade de melhoria da convivência escolar, que foram apresentadas pelas escolas no processo de construção de seus regimentos escolares.
Presente em 30 escolas da rede municipal, o projeto atua em quatro áreas: mobilização de estudantes, de gestores das unidades escolares, de colegiados e na articulação de redes locais.
 
 
 
 
 
 
Texto retirado do DOM, no dia 31/07/2013

terça-feira, 30 de julho de 2013

Monitores do programa Saúde na Escola são capacitados em curso de formação

Metodologias utilizadas e trabalhos realizados são apresentados durante encontros

 

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio das secretarias municipais de Educação e Saúde, promove desde ontem o 6º Encontro de Formação dos Monitores do Programa Saúde na Escola (PSE). O evento será realizado até amanhã, das 8h às 17h, no Centro Educacional Professor Arthur Versiani Veloso (rua Carangola, 288, bairro Santo Antônio).
A formação, que acontece anualmente, tem como objetivo capacitar os assistentes de apoio ao programa Saúde na Escola e equipes volantes de Saúde, além de compartilhar metodologias utilizadas e mostrar os resultados das ações realizadas no primeiro semestre de 2013.
Durante a formação, com a participação de aproximadamente 200 profissionais, serão apresentados os trabalhos de cada uma das nove regionais e suas respectivas escolas. A programação inclui apresentações culturais, mesas redondas sobre os temas apresentados, palestras com profissionais da área da Saúde e uma visita ao Instituto Inhotim, que acontece hoje. Confira ao lado a programação de amanhã. Os projetos que serão apresentados pelas regionais têm temáticas variadas como dengue, sexualidade, violência, obesidade infantil e alimentação saudável.

Programa

O programa Saúde na Escola, instituído pelo Decreto Presidencial 6.286, de 5 de dezembro de 2007, resulta do trabalho integrado entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação. Trata-se de uma política que prevê a implementação de ações intersetoriais e em rede. O PSE objetiva proporcionar à comunidade escolar a participação em programas e projetos que articulem saúde e educação visando o enfrentamento das vulnerabilidades que comprometam o desenvolvimento pleno de crianças e jovens.
As atividades de promoção à saúde integral dos estudantes prevê a avaliação das seguintes condições de saúde dos escolares: ações de saúde bucal; avaliação anual de saúde (estado nutricional, imunização, crescimento e desenvolvimento, prevenção de doenças e agravos à saúde); avaliação oftalmológica, auditiva, mental, promoção de projetos e ações intersetoriais nas escolas com temas ligados à sexualidade, violência, obesidade, educação para o trânsito, educação ambiental e educação para cidadania, bem como a capacitação das equipes de saúde e dos assistentes de apoio ao PSE nas escolas.

Programação de amanhã:

Manhã

Apresentação: Regionais

Temáticas: Alimentação Saudável – Saúde não se compra – Obesidade Infantil

Local: auditório do 8º andar

• 8h às 8h30 – Apresentação: Regional Barreiro

• 8h30 às 9h – Apresentação: Regional Centro-Sul

• 9h às 9h30 – Apresentação: Regional Noroeste

• 9h30 às 10h – Lanche – Esquete do MobilizaSUS

Exposição de banners

• 10h às 10h30 – Regional Pampulha

• 10h30 às 11h30 – Mediação/mesa redonda 2 - Composição da mesa 2: Representante e da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Smasan) e Márcia Parizzi, da Secretaria Municipal de Saúde.

Tarde

Local: auditório do 8º andar

• 13h às 15h: Mesa redonda 3 com representação da Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Saúde: compilação das apresentações, desafios, propostas, planejamento e encaminhamentos.

• 15h30 às 16h: Avaliação, clipping do PSE e entrega dos certificados






Texto retirado do DOM, no dia 30/07/2013

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Até 2014, Brasil deve ter 60 mil escolas públicas com aulas em período integral

Brasília - Mais de 49,3 mil escolas públicas em todo o país têm atividades em período integral. A expectativa é que até o ano que vem sejam 60 mil. No turno complementar, além de acompanhamento pedagógico obrigatório com aulas de reforço escolar em matemática, português, ciências e uma língua estrangeira, os alunos podem praticar esportes e participar de atividades culturais, que ajudam a melhorar a disciplina e a concentração.
“Nossa prioridade tem sido as escolas onde estão as crianças mais pobres, que são aquelas que recebem o Bolsa Família”, disse hoje (29) Dilma Rousseff, durante o programa Café com a Presidenta.
Segundo ela, a educação em dois turnos é importante para o aluno, para a família do aluno e para todo o país, pois o modelo ajuda no aprendizado de crianças e adolescentes. “Nenhum país do mundo chegou a se transformar em uma nação desenvolvida sem que as crianças tenham dois turnos na escola, nos colégios”, ressaltou.
Estudantes de 19,7 mil escolas rurais também participam do programa de ensino em dois turnos. Nessas escolas, além das atividades oferecidas nas demais escolas, os alunos ainda têm aulas ligadas à realidade do campo e da agricultura.
Só este ano, o governo federal já investiu R$ 1,8 bilhão no programa de educação integral. A maior parte dos recursos é repassada diretamente para a escola contratar monitores e professores, comprar material e preparar os espaços para receber as crianças nas atividades do chamado contraturno. O Ministério da Educação também repassa às prefeituras recursos para garantir alimentação de quem fica o dia todo na escola.




Texto retirado do site Agência Brasil, no dia 29/07/2013

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Projeto Um olhar, Uma Luz expõe trabalhos de estudantes da Rede Municipal

A Secretaria Municipal de Educação, por meio da Coordenação do Programa BH para Crianças, realizou, entre os dias 9 e 18 de julho, no Museu das Minas e do Metal, na Praça da Liberdade, a exposição do projeto fotográfico “Um olhar, uma luz”. O objetivo do projeto é estimular estudantes da Rede Municipal de Educação a conhecer, apropriar e divulgar os espaços da cidade, por meio de produções fotográficas.
Em sua 4ª edição, a exposição deste ano foi desenvolvida com o tema “O belo que vejo em BH” e contemplou 75 trabalhos fotográficos de estudantes de escolas municipais. Na primeira fase do projeto, as escolas participantes realizaram exposições internas para a seleção das fotografias. A comunidade escolar ajudou na seleção. Além das 75 pranchas de 60cm x 60cm da exposição, as escolas estão produzindo também banners que serão expostos em espaços abertos da cidade. 






Texto retirado do DOM, no dia 26/06/2013

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Festa Julina do BH Cidadania/Cras Zilah Spósito reúne várias famílias


Com muita alegria e descontração, os usuários do BH Cidadania/Cras Zilah Spósito (rua Coquilhos, 75, bairro Zilah Spósito), entraram no clima da 4° Festa Julina da unidade na última semana. Cerca de 250 pessoas entre crianças, jovens, adultos e idosos da região, participaram da atividade.
As principais atrações do evento foram o casamento na roça, quadrilha, canjica, caldo de feijão, doces e forró, além de muita alegria e descontração ao som de Airton e Banda. Tales Pires, de 11 anos, participante das oficinas de esportes do BH Cidadania, representou o noivo e achou muito divertido ter participado do casamento na roça. “Foi a primeira vez que participei de um teatro e achei que foi um dia especial. Senti vergonha no início, mas, depois, muita emoção”, destaca.
Segundo a coordenadora do BH Cidadania/Cras Zilah Spósito, Rosana Coelho, o evento é uma atividade importante, que contribui para o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. “É uma oportunidade que os gestores das unidades da PBH na localidade e a comunidade têm de vivenciar momentos de descontração e lazer. É um trabalho intersetorial que conta com as colaborações da Escola Municipal Daniel Alvarenga, da Umei e do Centro Cultural Zilah Spósito”, comentou.
A atividade contou com a participação dos membros da comissão local do BH Cidadania Zilah Spósito, gestores e trabalhadores, além de famílias do projeto Família Cidadã BH Sem Miséria, do programa Maior Cuidado, de famílias em descumprimento de condicionalidades, dos grupos de convivência de idosos e de convivência familiar e da oficina de reflexão do Centro de Referência da Assistência Social (Cras), além de lideranças comunitárias locais.

BH Cidadania

O BH Cidadania é um programa de gestão pública desenvolvido pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Sociais, que tem como objetivo descentralizar o atendimento ao cidadão, levando para dentro das comunidades de forma intersetorial os serviços públicos que englobam as áreas de Educação, Saúde, Esporte, Abastecimento, Assistência Social, Cultura, Direitos de Cidadania e Inclusão Digital. Sua atuação se dá em um território definido pelos índices de vulnerabilidade social, de forma a favorecer a promoção da autonomia das famílias na resolução de seus problemas.
 
 
 
 
Texto retirado do DOM, no dia 25/07/2013

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Projeto de práticas corporais atende crianças na região Norte da capital

Com o objetivo de promover ações de prevenção à obesidade e ao sedentarismo, o Projeto de Práticas Corporais, do Centro de Saúde Providência, que fica na região Norte da capital, reservou um espaço para atender crianças. A atividade, denominada Criança Praticando Saúde, possibilitou a criação de um grupo específico a partir de um diagnóstico feito no centro de saúde, no qual foi constatada a ausência de atividades físicas voltadas para crianças e adolescentes.
“Na região muitas atividades físicas são voltadas apenas para adultos e tem pouca oferta para as crianças. Resolvemos então montar um grupo, que teve uma boa adesão por parte da comunidade e desde então vem crescendo”, disse Andressa Cristina Conrade de Matos, técnica superior em saúde, educadora física e uma das responsáveis pela nova ação. Iniciado há cerca de três meses, o grupo, que começou com sete crianças, ainda está em fase de implementação, e já atende 28 crianças. A meta é chegar a 60 atendimentos.
O público alvo são crianças de 6 a 14 acima do peso ou que não tenham o hábito de se exercitar. De acordo com Andressa Conrade, a ação foi pensada para atender não só crianças e adolescentes obesos, mas também como forma de prevenir a obesidade e o sedentarismo.
As atividades físicas são realizadas dois dias na semana e são divididas entre jogos, brincadeiras e esportes como o basquete, além de aulas nos moldes da Academia da Cidade, sempre intercalando com brincadeiras, com o objetivo de fazer com que as crianças aumentem o gasto calórico.

Hábitos saudáveis

Andressa ressalta que mais importante que o emagrecimento é despertar a necessidade de uma vida saudável. “Queremos principalmente incutir na criança hábitos saudáveis de vida. Sabemos que o que é feito aqui é só uma parte. Para ter resultado depende muito da alimentação dessa criança em casa e da supervisão dos pais. Se a criança não tiver uma alimentação correta, as atividades podem não ter o efeito desejado. Tentamos fazer com que elas tomem gosto pela atividade física e continuem isso depois de adultas”, disse.
Áurea Márcia do Nascimento, mãe da aluna Rúbia Alexandra, de 9 anos, parabenizou o projeto. “Soube do projeto por outras crianças. Trouxe minha filha por ela estar um pouco acima do peso. Eu tenho problema de obesidade e sei que ela tem tendência. Hoje a Rúbia tem mais disposição, as roupas que não serviam já servem. Com a reeducação alimentar, ela começou a comer salada. O projeto é excelente”, comentou.
Renata Santana, mãe da aluna Geovana, também de 9 anos, comenta as mudanças já percebidas. “A alimentação dela mudou, ela come hoje mais coisas saudáveis, emagreceu, dorme melhor, tem mais disposição e até a atenção com as coisas melhorou. O projeto é maravilhoso”, elogiou.
 
 
 
 
 
 
Texto retirado do DOM, no dia 24/06/2013

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Seis brasileiros participarão da Olimpíada Internacional de Matemática


Competição ocorre até 28 de julho em Santa Marta, na Colômbia, e reúne 531 alunos de 103 países


Brasília - Seis estudantes brasileiros viajam neste domingo (21) para Santa Marta, na Colômbia, onde participam da 54ª Olimpíada Internacional de Matemática (OIM). O evento vai até o dia 28 de julho e reúne 531 jovens de 103 países. Os exames serão aplicados na terça-feira (23) e na quarta (24).
Os seis selecionados são do ensino fundamental e médio e têm entre 14 e 19 anos de idade. Eles tiveram um treinamento de um mês, com quatro horas de aula pela manhã e duas pela tarde, além de simulados, em São Paulo e Brasília. Para integrar a equipe, os jovens passaram por um processo de seleção, que considera a colocação na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), além dos resultados obtidos em cinco provas seletivas e de listas de exercícios resolvidos ao longo de seis meses.
A delegação deste ano é formada pelos estudantes Rafael Miyazaki (SP), Alessandro Pacanowski (RJ), Franco Matheus Alencar Severo (RJ), Rodrigo Sanches Ângelo (SP), Victor Bitarães (MG) e Victor Reis (PE).
"A expectativa deste ano é muito boa. Fizemos um treinamento estendido [normalmente são duas ou três semanas], a equipe está há um mês focada nesta prova", diz o professor de Olimpíada e coordenador acadêmico da OBM, Onofre Campos. "Essa competição é como se fosse o campeonato mundial de matemática. Se fosse um esporte, seria a Copa do Mundo. Depois de participar, os estudantes são bem recebidos nas melhores universidades do mundo e contribuem para o engrandecimento científico", completa.
O Brasil participa da OIM desde 1979 e vem avançando no ranking da competição. Em 2010, ficou em 35º lugar; em 2011, em 20º; e no ano passado, em 19º.
O estudante Rodrigo Sanches Ângelo participou pela primeira vez da OIM no ano passado e foi um dos que receberam medalha de ouro. Sobre as expectativas, ele prefere não comentar: “Não gosto de falar muito antes das olimpíadas". Ele participa de competições desde a 8ª série do ensino fundamental. Agora, no 3º ano do ensino médio, ele ainda não sabe para qual curso fará vestibular, mas sabe que será na área de exatas. "Tenho vontade de estudar fora e as olimpíadas são boas para o currículo".
Realizada desde 1959, a Olimpíada Internacional de Matemática é a mais prestigiada e concorrida competição do gênero. Durante a competição, os estudantes fazem provas em dois dias consecutivos. Em cada dia, os concorrentes resolvem provas com três problemas aplicados em quatro horas e meia de prova. O conteúdo abrange álgebra, teoria dos números, combinatória e geometria.




Texto retirado do site  Agência Brasil, no dia 22/07/2013