terça-feira, 30 de abril de 2013

Novas unidades da Academia da Cidade, CRAS e UMEI são inauguradas na Região Noroeste

A região Noroeste da capital ganhou três novos equipamentos no último final de semana. Foram inaugurados pelo prefeito Marcio Lacerda a Academia da Cidade Centro Dia do Idoso, o BH Cidadania/Centro de Referência da Assistência Social (Cras) Califórnia e a Unidade Municipal de Educação Infantil (Umei) Califórnia. Confira os detalhes das novas instalações.

Academia da Cidade Centro Dia do Idoso

Além de atividades como lian gong, dança de salão, a academia oferece aula da Educação de Jovens e Adultos (EJA), oficinas de arte e artesanato e promove campanhas educativas e de apoio e fortalecimento ao idoso. A Academia da Cidade conta com 52 alunos e beneficia moradores das regiões dos bairros Dom Cabral, João Pinheiro e Dom Bosco. Funciona no Centro de Convivência do Idoso Dom Cabral (avenida Santa Matilde, 345, Bairro Dom Cabral). Belo Horizonte tem no momento 58 Academias da Cidade, que atendem 25 mil pessoas, sendo que, na região Noroeste, são 2.514 pessoas em oito unidades. O prefeito Marcio Lacerda ressaltou a importância da prevenção por meio da atividade física. “É fundamental para a saúde”, disse.

BH Cidadania/Cras Califórnia

Localizado na rua Avaí, 700, na Vila Califórnia, o BH Cidadania/ Cras Califórnia recebeu investimento de R$ 1,2 milhão por meio do Projeto de Assistência Técnica ao Prosanear (Pat Prosanear), programa da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, vinculada ao Ministério das Cidades. As obras foram coordenadas pela Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (Urbel) através do programa Vila Viva.
A edificação de três pavimentos possui área construída de 950,04 m² e se situa em um local de, aproximadamente, 1.105 m². As instalações incluem um salão multiuso, uma área destinada ao Núcleo de Apoio Familiar, ponto de leitura, sala de artesanato e de reforço e uma ampla área externa, além de acesso facilitado a portadores de deficiências. O BH Cidadania oferece políticas públicas em diversas áreas, como educação, saúde, assistência social, esporte e lazer. Cerca de 25 mil pessoas são cadastradas no programa em toda a cidade.

Umei Califórnia


Localizada na rua das Violas, 862, no bairro Califórnia I, a Umei Califórnia também é um empreendimento do Pat Prosanear. Foi investido cerca de R$ 1 milhão na construção de dois pavimentos, que englobam duas salas de berçário, duas salas de atendimento em horário integral e seis salas de atendimento em horário parcial. A Umei Califórnia tem capacidade para atender 40 crianças de zero a 2 anos em horário integral e 270 crianças de 3 a 5 anos em horário parcial. 


Texto retirado do DOM, no dia 30/04/2013

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Família contemporânea transforma as relações com a escola

Mudanças nas estruturas familiar e de ensino levam a reformulação do papel dos pais e educadores no ensino



A imagem de uma sala de aula com carteiras alinhadas, alunos sentados, contidos, olhando para a frente, onde um professor repassa conteúdos a serem memorizados, pode ser vista em fotografias, mas já se sabe que as experiências que insistem nesse modelo estão com os dias contados.
Além da escola, nos últimos anos, as famílias também viveram grandes mudanças. Casais separados, menos hierarquia e maior afetividade entre pais e filhos – a despeito das longas horas de trabalho e afastamento – vêm reconfigurando a estrutura social vigente durante décadas. Novas estruturas familiares mudaram as relações entre pais e filhos vigente durante décadas.
Nesse novo cenário, como garantir uma relação harmônica e participativa entre os dois atores fundamentais no desenvolvimento de uma criança?
Para a psicóloga, especializada em crianças e adolescentes, Julia Borbolla, é preciso definir territórios e responsabilidades. “A escola hoje em dia ficou responsável por ensinar valores que a sociedade não ensina, o que é muito arriscado e, obviamente, impossível.”
Ela afirma ser comum pais adotarem uma postura de “clientes” e atuarem como se os educadores fossem seus substitutos. “Precisamos evitar o ‘suprir’ e ‘compensar’, passando para zonas mais seguras, como o ‘compartilhar’ e ‘colaborar’”, afirmou durante o “Congresso Visão XXUNO: O desafio de construir a escola”, que o Portal Aprendiz acompanha em Orlando, Estados Unidos.
Outra medida, de acordo com Borbolla, seria recuperar o reconhecimento social do professor, construindo a imagem de uma figura confiável entre as famílias. Os pais, por sua vez, “deveriam permitir que as crianças tivessem problemas, porque é isso o que vai levá-los ao crescimento”, acrescenta.
No contexto escolar, a simples menção à palavra problema chega a causar arrepios em pais e educadores. A concepção de educação como problematização, trazida ao longo de todo o congresso pelo educador venezuelano, Arnaldo Esté, propõe que tanto pais quanto educadores assumam que os problemas fazem parte do processo educativo.
“A pedagogia da problematização é essencial para que os alunos busquem soluções e possam se desenvolver. Professores e alunos deveriam saborear a complexidade da vida em vez de simplificá-la”, analisa o pesquisador.
Partindo dessa ideia, Borbolla pede que os pais depositem um voto de confiança na escola, “afinal ela é o melhor lugar para que seus filhos tenham problemas e aprendam a resolvê-los”.

Experiências

Na Argentina, o Colégio Dante Alighieri tem experimentado um formato de participação dos pais com resultados positivos e que foge das “armadilhas” descritas por Borbolla. A direção da escola propôs a criação de um grupo que pudesse representar a vontade das famílias em instâncias decisivas da instituição.
“Hoje esse grupo é aberto a qualquer pai e mãe e temos cerca de 30 que participam ativamente das discussões com o corpo diretivo. Comprovamos que o envolvimento dos pais modifica o projeto pedagógico e faz com que eles se apropriem e possam defendê-lo depois”, ressalta Luci Dapian, representante da escola.
No Brasil, a experiência da escola religiosa El Shaday, localizada em São Bernardo do Campo (SP), fornece um exemplo de como a definição clara dos princípios formativos e pedagógicos pode facilitar a relação com as famílias. “Estabelecemos uma aliança com os pais a partir de valores que compõem o projeto que a instituição oferece, há um acordo mínimo estabelecido”, relata o diretor Jair Gomes.
Texto retirado do Portal do Aprendiz, no dia 26/04/2013

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Até 2022, Brasil terá que alfabetizar todas as crianças de até oito anos

Dilma sancionou medida que torna meta obrigatória


A presidente Dilma Rousseff aprovou a MP (Medida Provisória) que cria o Pnaic (Pacto Nacional para a Alfabetização na Idade Certa) — conjunto de ações da União, dos Estados e dos municípios para garantir a alfabetização dos alunos da rede pública até os oito anos até 2022 — de acordo com a Secretaria de Relações Institucionais nesta sexta-feira (26).
Agora, o País tem oficialmente a missão de erradicar o analfabetismo em português e matemática até o 3º ano do ensino fundamental, cuja taxa atual é de 15%, de acordo com o MEC (Ministério da Educação) — veja quadro por região.
Mas tanto o apoio técnico quanto o financeiro já começaram. O MEC vem usando parte do R$ 1,1 bilhão que tem reservado para 2013 previsto no projeto de Lei Orçamentária Anual para cumprir o objetivo.
No repasse da União aos Estados e Municípios em 2013, o investimento previsto é de R$ 2.427,30 por aluno da creche ou pré-escola integral; R$ 1.867,15 por aluno de pré-escola parcial; e R$ 1.493,72 por aluno de creche, segundo informações do Diário Oficial publicadas nesta sexta-feira.
Para 2014, a previsão é de mais de R$ 3 bilhões nos gastos totais voltados ao projeto.
Há duas fontes de dinheiro voltadas à implementação do projeto: à formação continuada dos professores alfabetizadores será usada a verba oriunda do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), enquanto a manutenção e construção de escolas e os prêmios de reconhecimento dos resultados alcançados virão do PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola).
Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o MEC estuda dar R$ 500 milhões como prêmio às escolas e educadores que baterem a meta de ensino.
A MP também estabelece o INDEP (Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação e Pesquisa) como fonte de dinheiro, dependendo da disponibilidade de orçamento.

De olho nas metas

Para a gerente de projetos do movimento Todos Pela Educação, Andrea Bergamaschi, o Brasil pode ter sucesso no objetivo de alfabetizar aos oito anos se ao menos dois pontos forem implementados corretamente nesta etapa de ensino.
  • O desafio do professor é maior quando a criança não passou pela pré-escola, pois ela ainda não teve contato com o ambiente escolar e não desenvolveu determinadas habilidades cognitivas. À medida que a gente universaliza a pré-escola, as chances das crianças estarem alfabetizadas no tempo proposto são maiores.

Outro fato importante, segundo ela, é a avaliação.
  •   Com ela, o professor sabe se o aluno consolidou as habilidades de leitura, de escrita e de matemática.

O ano de 2022 foi colocado como meta porque marca o bicentenário da independência do Brasil.

Avaliação

Ainda não há uma avaliação pronta para estimar o grau de aprendizagem das crianças até os oito anos no Brasil. Para esta faixa de idade, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) vai desenvolver um método de avaliação.
Bergamaschi, que participou das primeiras avaliações amostrais voltadas à faixa de idade, explica que a prova a ser elaborada pelo governo por dois caminhos.
  • Ou ele vai montar outra prova, ou ele vai adaptar a escala de expectativas de alcance de habilidades da Prova Brasil que é aplicada a alunos do quinto e nono anos do ensino fundamental.

Polêmica

A proposta criada há mais de cinco meses no Congresso gerou polêmica desde o início de sua tramitação, em novembro de 2012.
Ao discutir a proposta, parte do Legislativo entendia que a meta de alfabetização deveria ser de seis anos. Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), por exemplo, a meta de alfabetização é tímida, bem como seu tempo de implementação, pois uma criança nascida hoje corre o risco de ficar de fora do pacto.
Na votação em plenário que aprovou a MP, em 26 de março, a emenda defendida por senadores de oposição que estabelecia a idade de seis anos foi reprovada porque o pacto deveria considerar a desigualdades regionais do País, segundo o governo. Ele também admitiu que não conseguiria alcançar uma meta mais ambiciosa.
Por outro lado, o líder do governo no Congresso e também relator da proposta, José Pimentel (PT), pondera que a meta pode baixar para seis anos futuramente, ao ser incluída no PNE (Plano Nacional de Educação), proposta que tramita no Senado e estabelece outras 20 metas pelos próximos dez anos.
 
 
 
 
Texto retirado do site R7, no dia 26/04/2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Maratoninha: esporte e diversão para as crianças dos programas Segundo Tempo e Esporte Esperança

Crianças dos Programas Segundo Tempo e Esporte Esperança participam do Circuito Caixa de Maratoninha

Cerca de 230 crianças dos programas Segundo Tempo e Esporte Esperança, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smel), participaram no último final de semana do Circuito Caixa de Maratoninha 2013. O evento é considerado o maior circuito de corrida infantil do país.
Participaram da competição crianças de 6 a 12 anos de idade, dividas em três categorias. A maratoninha foi disputada entre a rua Calábria e a avenida Otacílio Negrão de Lima, ao lado da Igreja de São Francisco, na Pampulha, e contou com percursos de 100 e 300 metros.
O desempenho das crianças dos programas Segundo Tempo e Esporte Esperança foi acima do esperado. Ao todo, os jovens atletas foram premiados com 15 bicicletas novinhas.
“Foi um dia inesquecível para as crianças. Além da oportunidade de disputar uma das competições mais importantes do atletismo mirim no Brasil, os nossos alunos puderam colocar em prática tudo o conhecimento adquirido nas aulas dos programas”, destacou Diana da Silva, gerente de Esporte Educacional da Smel. Além de medalhas, todos os participantes do Circuito Caixa de Maratoninha 2013 ganharam camiseta e boné.











Texto retirado do Dom, no dia 25/04/2013

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Brasil participa do 1º Encontro Internacional de Bibliotecas Escolares


Encontro internacional em Bogotá discute realidade de bibliotecas escolares


Começou ontem (23), na capital colombiana, o 1º Encontro Internacional de Bibliotecas Escolares, que reúne 800 delegados de 14 países da América Latina e Europa. O evento faz parte da programação da Feira do Livro de Bogotá e tem a participação de representantes da Argentina, do Brasil, de Cuba, do Equador, da Espanha, do México, de Portugal e da Venezuela, entre outros países.
Durante três dias, os participantes irão debater as realidades e desafios enfrentados pelos trabalhadores de bibliotecas de cada um dos países participantes. Na abertura do encontro, a ministra da Educação da Colômbia, María Fernanda Campo, falou da importância da biblioteca escolar na aprendizagem e de como o assunto poderá ser debatido nos próximos dias.
"O encontro vai permitir conhecer, em primeira mão, as experiências de outras partes do mundo e compartilhar o aprendizado e práticas docentes", disse María Fernanda. A ministra defendeu o fortalecimento da Rede Internacional de Bibliotecas Escolares e a criação de uma rede nacional. "Vamos tentar construir essa rede que tanto nos interessa, porque a leitura e a escrita também são veículos de paz".
A ministra da Cultura da Colômbia, Mariana Garcés Córdoba, também participou da abertura do encontro e falou da necessidade de ampliar o índice de leitura no país. Entre os colombianos, a média atual é 1,6 livro por ano, bem menor do que no Peru, onde a população tem uma leitura média anual de três livros. No Brasil, a média geral anual de leitura em 2011 foi quatro livros, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada no ano passado pelo Instituto Pró-Livro.
"Queremos aumentar o acesso ao livro e aprender com as experiências de outros países, na construção de bibliotecas escolares que tenham espaços adequados e atrativos para desenvolver o hábito da leitura", disse Mariana.




Texto retirado do site UOL, no dia 24/04/2013

terça-feira, 23 de abril de 2013

Alunos da rede estadual melhoraram desempenho em teste de português e matemática

Secretaria de Estado de Educação apresenta resultados da Avaliação da Rede Pública de Educação Básica de 2012 

 


Os alunos da rede estadual melhoraram em português e matemática, mas é grande o desafio para alcançar os níveis de padrões recomendáveis de desempenho. Menos da metade dos estudantes aprendeu as duas disciplinas de forma satisfatória. No ensino médio, o abismo é mais perceptível, principalmente quando se trata de lidar com os números: apenas 3,8% dos estudantes do 3º ano estão no nível desejável na disciplina de ciências exatas. Os dados, divulgados ontem pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), são o resultado de 2012 da Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (Proeb). O teste foi aplicado pelo estado em alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e da última série do médio. A secretaria comemora a melhora em relação a 2011, mas admite que há muito a ser feito. Vários programas em curso são a aposta para melhorar os ganhos em sala de aula.
A avaliação contempla três padrões – baixo, intermediário e recomendável. O 5º ano do ensino fundamental apresentou o melhor resultado em matemática: 60% dos estudantes alcançaram o padrão recomendável de aprendizado, crescimento de 2,9 pontos percentuais em relação a 2011. Já em português, 45,6% dos alunos alcançaram a proficiência, um aumento de 3,5 pontos percentuais em relação ao ano anterior. No 9º ano, o destaque também foi em português: 34,8% dos estudantes alcançaram níveis satisfatórios de aprendizado, contra 33,7% em 2011. Em matemática, o índice ficou bem abaixo e atingiu menos de um quarto dos alunos: 23,2% deles tiveram desempenho recomendável em 2012 – no ano anterior, o percentual foi de 21,2%. No ensino médio, a melhora em matemática foi tímida no ano passado em relação a 2011, com um crescimento de apenas 0,1%. Em português, o aprendizado desejável alcançou uma parcela bem maior de quem estava matriculado nessa série: 30,7%.
“O importante é que a média do sistema e os índices aumentaram em todos os níveis, bem como a participação dos alunos. Temos 189 mil alunos no 3º ano do ensino médio na rede estadual, dos quais 158.321 fizeram a prova, o que representa 83,7%. Em 2011, essa participação foi de 79,8%”, diz a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola. No 5º ano do fundamental, 94,3% dos alunos fizeram a prova, e no 9º ano, 88,8%. Mas ela destaca: “O maior desafio é melhorar o ensino médio”.
Uma das principais apostas é o Reinventando o Ensino Médio, programa que está atualmente em 133 escolas e que será implantado em toda a rede a partir do ano que vem. Nesse novo modelo de ensino, a carga horária da última etapa do nível básico será ampliada das atuais 800 horas para 1 mil horas. Em sala de aula, os professores vão trabalhar com temas complementares, incluindo um conjunto de atividades e aulas em áreas de empregabilidade, criando assim a ponte entre a escola e o mundo do trabalho. “Não vamos profissionalizar os alunos, mas pré-profissionalizar”, diz a secretária Ana Lúcia Gazzola. Entre as áreas abordadas estão comunicação aplicada, turismo, tecnologias da informação, meio ambiente e recursos minerais, empreendedorismo e gestão e estudos avançados (ciências sociais e natureza). Esse último será voltado para quem vai fazer o vestibular e está interessado em aprofundar o aprendizado.



Modernidade

Usar as tecnologias como aliadas no ensino médio é outra proposta. As salas de aula vão ganhar lousas digitais, os professores estão recebendo 62 mil tablets e os laboratórios estão passando por melhorias. “O grande desafio é começar o que não é universal. Temos vaga sobrando, mas precisamos trazer o jovem para a escola”, ressalta. Segundo Ana Lúcia, a distorção idade/série é uma das grandes causas da evasão, assim como a oferta do ensino médio no horário noturno.
Por causa disso, o curso está voltando para o período diurno – 72% das vagas já são oferecidas durante o dia. A expectativa é chegar ao fim de 2014 com um percentual na casa dos 85%. “A melhora do curso dá mais significado para o aluno e, com isso, o abandono e a evasão tendem a cair, mas temos de ter ações integradas. A médio prazo, o Reinventando o Ensino Médio mudará o quadro. Já estamos com queda das desistências nas 11 escolas que serviram de piloto no ano passado”, conclui a secretária.
Duas escolas de Belo Horizonte são exemplo de quem não só cumpriu o dever de casa, como foi além. Na Escola Estadual Pedro II, na Região Hospitalar, a instituição teve nota 304,17 em português, no 9º ano do ensino fundamental – 49,67 pontos acima da média do estado. Já no 3º ano do ensino médio, a escola se destacou tanto em matemática quanto em língua portuguesa, com um desempenho de 352,07 pontos na primeira (a média das instituições mineiras foi de 285,3) e 325,74 pontos na segunda (51,94 pontos acima da média estadual). Já a Professor Leon Renault, no Bairro Gameleira, na Região Oeste da capital, se destacou no 5º ano do ensino fundamental, com 323,76 pontos em matemática e 282,59 em português (as médias das escolas mineiras ficaram em 237,1 e 217,6, respectivamente).




Texto retirado do Estado de Minas, no dia 23/04/2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Programa Esporte Esperança leva jovens ao teatro

Projeto desenvolve e auxilia no desenvolvimento sociocultural de jovens

 Adolescentes do programa Esporte Esperança, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Smel), participarão do Projeto de Formação e Plateia, quando assistirão hoje, às 17h, a peça “Hamlet”, estrelada pelo ator Thiago Lacerda no Grande Teatro Sesc Palladium (avenida Augusto de Lima, 420, Centro).
Antes do espetáculo, Thiago Lacerda fará uma palestra com os adolescentes sobre o texto de Sheakespeare. O ator também vai comentar a sua trajetória e o desafio de encenar uma peça do autor inglês pela primeira vez.
Com a iniciativa, a Smel tem como objetivo formar jovens apreciadores de teatro e inseri-los em movimentos culturais. “A iniciativa é extremamente importante e estamos apresentando adolescentes ao mundo do teatro. Assim, eles passam a entender e gostar e podem sempre retornar. Além disso, se tornarão cidadãos críticos e com visão mais ampla do mundo ao seu redor”, analisou Petter de Figueiredo Gontijo, coordenador do programa Esporte Esperança.









Texto retirado do DOM, no dia 22/04/2013